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Páscoa, sem efeitos colaterais

abril 10, 2009
Divulgação

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Crise financeira?! Nem a turbulência econômica afeta o consumo dos ovos de Páscoa. Segundo a pesquisa realizada pela Fecomércio-RS (Federação do Comércio de Bens e de Serviços do RS), por meio do Ifep (Instituto Fecomércio de Pesquisa), 74,6% dos gaúchos já foram compras para o feriado de Páscoa. A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 21 de março, em cidades de 11 do estado: Gravataí, Caxias do Sul, Ijuí, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa e Uruguaiana.

Os resultados apontam, ainda, que o chocolate é unanimidade dentre as opções de presentes, pois, é a escolha de 84,6% dos entrevistados, seguido por vestuário (16,7%), brinquedos (4,58%) e calçados (3,1%). Eterno símbolo do desejo, o chocolate nesta época invade as prateleiras dos mercados em forma de ovos de Páscoa, são muitos os ovos dispostos em diversas marcas e tamanhos. Mas a origem alguém se arisca a dizer qual é? Theobroma cacao. Pode até soar, mas este é o nome científico do nosso querido e tão desejado chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753. “Theobroma” vem do grego e significa “alimento dos deuses”.

O alimento já foi considerado afrodisíaco, pecado, remédio, sagrado, entre outros. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía. As origens do uso do chocolate na Páscoa são incertas. Alguns pesquisadores associam ao jejum de alimentos de origem origem animal durante a quaresma, sendo substituído então pelo chocolate. Também há a hipótese que estar ligada ao surgimento das indústrias e crescimento da indústria de chocolate na Europa, no século XIX. Independente de qual origem está correta, tornou-se tradição presentear com ovos de chocolate na Páscoa. Transformando a data num momento doce e prazeroso, que divide o lugar com os costumes religiosos, o mercado financeiro dos chocolates e do próprio.

Gostoso, altamente nutritivo, rico complemento e repositor de energia, o consumo excessivo de chocolate não é aconselhável. De acordo com a coordenadora do curso de Nutrição da Unisinos, Maísa Beltrane Pedroso, consumido em quantidades moderadas, o doce faz bem à saúde. “Não é que não possa comer chocolate diariamente. Pode, mas sempre cuidando a quantidade, o excesso é prejudicial. O ideal é comer no máximo de 30 a 40 gramas por dia, o que equivale a um bombom”, ressaltou. A nutricionista revelou, ainda, que o chocolate branco é mais calórico, por ser feito com manteiga de cacau e, não apenas com o cacau como o preto.

Cada um com sua crença e costumes, e muito chocolate (claro, claro, comer de forma moderada!), a todos uma Boa Páscoa!!!

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